quinta-feira, 2 de maio de 2019

MILENA, 1959, FUTEBOL 11,



Local: PRADO
 Comissão de Festas 1959
 2º Plano: Corriça do Acácio Albuquerque Ofereceu o equipamento: Zeca Baptista Equipamento da MILENA (Fábrica de Tecidos em Coimbra) Fogo de artifício na casa e ardeu todos os foguetes a casa ficou destruída

1958, FUTEBOL 11,


Gr:?- ? -Manuel Luís Silva (Leitão)?-?-?-?-?-?-António Albuquerque-Reinaldo Martins- Francisco Nazaré- Árbitro:António João Albuquerque- Mulher:Maria Isabel

1958, EQUIPA, ANOS 50,


Ano: 1958 ?
 Espaço envolvente: Ao longe a Corriça Acácio Albuquerque
 Campo do Prado
 EQUIPA ALFÂNDEGA DA FÉ (Branco)
Em cima: Gr: Francisco Fidalgo "Chico"- Carlos Castro-Francisco Nazaré- António Manuel Albuquerque- João Alberto Trigo- António Ferradosa. Em baixo: António Campos (Académica)- Mário Trigo- António Júlio Reboredo (junta de estradas)- Reinaldo Martins - Fernando Castro (Porto, Académica)- Manuel Luis Silva (Leitão) (Porto Juniores)(Leixões)
 EQUIPA ? (á Sporting) Macedo de Cavaleiros ganhou 4 a 1

MILENA, 1959,


MILENA, 1959,


Em cima: Mário Trigo- Fernando Salviano- José Manuel Rodrigues- Alvaro Legoinha - Joaquim Neves- Carlos Castro- Gr:João Pedro Araújo Cordeiro- Manuel Vilares (Inocêncio) (fotógrafo)
 Em baixo: Joaquim Silva- Fernando Lopes- João Artur- Reinaldo Martins (médico)- Adelino Araújo- Armando Couraceiro

MILENA, 1959, ANOS 50, FUTEBOL 11,


Em cima; Fernando Salviano- José Manuel Rodrigues- Álvaro Legoinha- Joaquim Neves- Carlos Castro- Gr: João Pedro Araújo Cordeiro.
 Em baixo: Joaquim Silva ou Joaquim Reitor?- Fernando Lopes- João Artur - Reinaldo Martins- Adelino Araújo-Armando Couraceiro.

1966, FUTEBOL 11,


Campo pelado do Carrazeda de Ansiães
 Em cima: Carlos Araújo- Gr: Alberto Silva "Gandaia"- António Júlio Aires- Alcides Trindade- Manuel Serrano- Nuno Aires- Gr: Luís Araújo
 Em baixo: Armando Viriato- Luís Jeremias- "Furacão""Vila Flor"- Luís Veiga- Zé Simões

FUTEBOL 11, 1956 ?,


1956 ?
 Em cima: António João Campos- Fernando Damasceno- Manuel Luís Silva "Leitão"- Gr: Francisco Fidalgo "Chico"- Acácio Albuquerque- Mário Trigo.
 Em baixo: António Clemente Ferreira (adepto)- Abel Legoinha- Francisco Nazaré- Reinaldo Martins (médico)- Fernando Castro- António Gonçalves "Saquita" (Sambade)

CAMPO DO PRADO; 1956?


Ano: 1956 ?
 Espaço envolvente: Ao longe a Corriça Acácio Albuquerque
 Campo do Prado
 Em cima: Gr: Manuel Neves (Carriço)- Francisco Castro- Carlos Castro- Manuel Luis Silva (Leitão)- Manuel Azevedo -António Ferradosa- Reinaldo Martins (médico)- Professor David Soares- Joaquim Trigo ou João Alberto Trigo- Mário Trigo
 Em baixo: José Francisco Rodrigues (Bailundo)- António Campos- Francisco Nazaré- Fernando Castro- Arménio Marcelo Bento? (Sambade)- António Gonçalves "Saquita" (Sambade)

sexta-feira, 5 de abril de 2019

CONTRADANÇAS

ALFREDO JÚLIO MORENO- Sendim da Ribeira
Casado
GLORINDA DOS ANJOS PAREDES- Sendim da Ribeira
Filhos
DIAMANTINO JÚLIO MORENO
GRACIETE JÚLIO MORENO
AFONSO JÚLIO PAREDES MORENO - Nasceu em Alfândega da Fé
Nasceu: 1928 ?
Morreu: 1988
Em 1957 veio para Alfândega da Fé

GRUPO DE CONTRADANÇAS

ALFREDO DA BEMDADA: MESTRE DE CERIMÓNIAS

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

PENSÃO CAMPOS

Maria do Céu Felizardo Campos
João Batista de Campos


JOÃO BATISTA DE CAMPOS
27-04-1904/04-05-1983
Dono da Pensão Campos

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

JOÃO AFONSO






JOÃO DOS SANTOS AFONSO

Pais:
   - Francisco António Afonso (Alfândega da Fé)
   - Maria Antónia dos Ramos (Possivelmente, nascida em Vila Flor, mas com origens em Vilarelhos)

João Afonso foi o filho mais velho.


Avós Paternos:
   - João Manuel Afonso (Alfândega da Fé)
   - Maria Palmira (De ascendência Espanhola, da Galiza)

Avós Maternos:
   - José Manuel dos Ramos
   - Eugénia de Jesus
(Possivelmente: Vilarelhos, Alfândega da Fé)


Maria Antónia dos Ramos, viúva, voltou a casar com António Joaquim Lopes (Vila Flor).
Teve filhos:
   - Horácio da Conceição Lopes
   - José Joaquim Lopes
   - Amélia Pereira Gamito
(Alfândega da Fé)


João dos Santos Afonso
29 de Abril de 1922 - 11 de Janeiro de 1983

Natural de Alfândega da Fé
Faleceu em Colónia, Alemanha
Sepultado no Cemitério de Alfândega da Fé

Escolaridade: 4ª Classe

Profissões:
? - até Janeiro de 1965:
   - Funcionário Público da Câmara Municipal de Alfândega da Fé
Janeiro de 1965 - 11 Janeiro de 1983: Alemanha (Singen; Dormagen; Colónia):
   - Funcionário na Bayer
   - Armazenista de Alumínios


Esposa: Eugénia Augusta Cavalheiro, natural de Alfândega da Fé
5 de Outubro de 1925 - 5 de Outubro de 2012
Casados a 1 de Dezembro de 1946 em Alfândega da Fé

Pais:
   - António Joaquim Cavalheiro (Torre de Moncorvo)
   - Aurora da Conceição Cordeiro (Alfândega da Fé)

Avós Maternos:
   - Francisco Maria Cordeiro (Alfândega da Fé)
   - Eugénia Augusta Botelho (Vila Real)


Filhos:
 - Maria Eugénia Afonso Rêgo 30-03-1953 - 
 - Horácio Augusto Afonso 20-05-1949 - 
(Alfândega da Fé)


João Afonso participou na Revolta no Pão, durante o Estado Novo, tendo sido preso pela Legião Portuguesa. Os intervenientes na Revolta no Pão viriam a ser libertados por intervenção do Juiz Desembargador António Cordeiro Pereira e o seu irmão, o General Júlio Cordeiro Pereira, cuja família pertencia a Alfândega da Fé. (Fonte: Livro da História dos Bombeiros de Alfândega da Fé)


AUTOR DAS CONTRADANÇAS

João Afonso fez as Letras e as Músicas



FOTO DAS CONTRADANÇAS "AS FIADEIRAS” - ANO: 1964
 
Legenda:
1- João dos Santos Afonso

2- Maria Eugénia Afonso Rêgo
3- Horácio Ricardo "Pala"

4- Manuel Vilares
5- Deolinda Pinheiro

6- José Miguel Pinheiro
7- Maria da Luz Neves

8- António Pinheiro “Toneu"
9- Teresa Franco

10- Fernando Sérgio Simões
11- Maria Castilho

12- José Santos "Zé Careto"
13- Albertina Simões

14- Adelino Araújo "Jacaré"
15- Maria Cândida Rodrigues

16- Armando Ribeiro
17- Adelaide dos Santos

18- Rui José Araújo
19- Maria Helena Azevedo Ricardo

20- Joaquim Leitão
21- Margarida Passos

22- João Barros
23- Antónia Martins

24- António Couraceiro? Aires? "Ronda”
25- Maria do Nascimento "Gaia"

26- João Artur Simões
27- ?

28- João de Deus dos Santos "Espingarda”? João Silva "Carroça"?
29- José Jaldim?
30- ?
31- "Xico Ferrolho”?
32- ?
33- Horácio Augusto Afonso
34- Mário Coelho
35- ?
36- ?


Notas:
 - os nomes de 2 a 27 estão agrupados pelos pares que formavam na contradança;
 - os nomes a vermelho podem não estar certos.

 

FAMÍLIA ARAÚJO,




(Primeiro)Tito José Rodrigues Araújo  e Maria Amparo Pacheco Araújo (segunda)
TERCEIRA FOTO: Maria do Carmo Rabaçal Aragão no carro e Maria do Amparo  Pacheco Araújo encostada ao carro


quarta-feira, 10 de outubro de 2018

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

1ª REPUBLICA,

"Simão Machuca-primeiro presidente republicano


"Auto de Proclamação da República Portugueza"

"Aos nove dias do mez de Outubro de mil novecentos e dez, n'esta villa d'Alfândega da Fé e paços do Concelho, onde se reuniu o povo d'esta villa e freguesias lemitrophes, acompanhado pela respectiva Comissão Municipal Republicana, e diferentes autoridades foi solenemente arvorada nos Paços do Concelho a bandeira da República Portugueza e esta aclamada com delirante ovação por todo o povo presente. Ordem e Progresso foi o lema que serviu de thema aos brilhantes discursos produzidos pelos oradores que falaram ao povo e por estes foram delirantemente applaudidos. Dada assim como proclamada a República Portugueza n'esta villa d'Alfândega da Fé, a Comissão deliberou que este facto se communicasse ao Exmo Governador Civil do Distrito, bem como a todas as Juntas de Paróchia do Concelho para ficarem scientes. Para constar se lavrou este auto que vai ser assignado pela Comissão Republicana e por todos os assistentes que o sabem fazer, depois de ser lido o Diário do Governo nº 1 de 6 do corrente mez que proclamou a dita República." (3)
Seguem-se as seguintes assinaturas: Simão Machuca; Viriato da Costa Pessoa; Ignácio Baptista; Arthur de Magalhaes; Camilo Augusto Correia, Afonso Brandão Leite Pereira Cardoso de Menezes (recebedor); António Manuel d'Azevedo Costa (1º substituto do Juíz de Direito); Carolino Augusto Trigo; Bernardino Arthur de Magalhaes; Norberto Augusto de Carvalho; Ricardo Raphael d'Almeida; Thomaz da Costa Pessoa; António Manuel de Carvalho e Castro (escrivão de direito); Leopoldo José d'Azevedo; Accácio Augusto da Fonseca; Joaquim Manuel Pires (2º aspirante de Fazenda); António Baptista Azevedo; Manuel António do Rego; Daniel Maria Cardoso; João Bernardino Ferreira; António Fonseca Pimentel; Alfredo Augusto de Faria (escrivão de direito); Álvaro José Pires (negociante); António Francisco de Castro; Abel Maria Cardoso (solicitador); João Pedro de Souza Sarmento (escrivão da Câmara); Mário Arthur de Novaes Ferreira Sá (amanuense da Câmara); Francisco de Assis Ferreira; José António d'Oliveira Moraes; Luiz Manoel da Costa Pessoa (2º comandante da armada nº 53451); Norberto Augusto Martins; Luciano da Purificação Silva; José Luís Franco; João de Deus Martins; Francisco d'Assis Teixeira d'Araújo; João Baptista Pessoa Amaral; António Manoel Trigo; António José da Silva; Alexandre José Martins; António Manuel de Sá; António Francisco Villares; Mathias Dias da Silva; Ignácio Salgueiro; Francisco Maria Cordeiro; Joaquim António d'Araújo.
Convém acrescentar que este texto não é o original, mas uma cópia lançada no livro de actas, o que de resto se identifica, quando se escreve "Está conforme. Alfândega da Fé e secretaria da Câmara Municipal, 18 de Outubro de 1910. O secretário da Câmara João Pedro de Sousa Sarmento", justificando-se assim a diferença entre a data de abertura do auto e esta última."
F. Lopes

terça-feira, 10 de julho de 2018

QUADRO


Quadro do Altar Mor da Igreja Matriz pintada por Maria da Conceição Trigo

Foi trocada por outro quadro no tempo do Padre ARTUR

quarta-feira, 13 de junho de 2018

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Igreja Matriz de Alfândega da Fé

"Igreja Matriz de Alfândega da Fé

 Descrição - Planta longitudinal composta de nave e capela-mor, mais estreita e mais alta, tendo adossado à fachada lateral esquerda torre sineira quadrangular, sacristia e anexo rectangulares. Volumes articulados com coberturas diferenciadas em telhados de duas águas na igreja, a da capela-mor mais alta, de uma água nos anexos e de quatro na torre, rematadas em beirada simples. Fachadas rebocadas e pintadas de branco, a igreja com embasamento de cantaria, à excepção da fachada principal e da torre sineira que é em cantaria aparente, terminadas em cornija e com cunhais coroados por pináculos piramidais sobre acrotério. Fachada principal virada a O., terminada em empena, com cunhais apilastrados e rasgada por portal de verga recta moldurada encimado por óculo amplo, com moldura, exteriormente decorada com bosantes. Torre sineira de cunhais igualmente apilastrados, coroados por pináculos semelhantes, e de dois registos, o inferior frontalmente rasgado por vão rectilíneo e o segundo, em cada uma das faces por sineira em arco de volta perfeita albergando sino; a sineira lateral direita foi parcialmente entaipada para colocar relógio circular; sobre a cobertura da torre surge cruz latina em ferro. Fachada lateral percorrida pelos anexos, rasgados a O. por vão rectangular moldurado, e a N. por duas portas de verga recta, duas amplas janelas rectangulares e quatro outras pequenas, jacentes. Na fachada lateral direita a nave é rasgada por quatro janelas rectilíneas, molduradas e por porta travessa de verga recta com moldura encimada por espaldar recortado, delimitado por elementos volutados, decorado por coração inflamado e encimado por cruz latina de cantaria relevada; a capela-mor é rasgada por janela semelhante. Fachada posterior terminada em empena, coroada por cruz latina e rasgada por óculo circular moldurado e anexo cego e terminado em meio empena.

 Cronologia - Séc. 17 - provável construção do edifício; 1706 - segundo o Padre Carvalho da Costa, era uma abadia do padroado real, com rendimento de 800$000, dos quais usufruia o Marquês de Távora, e paga 60$000 de pensão à Capela Real e pertencia ao arcebispado de Braga; a abadia recebia os dízimos da igreja de Vilar-Chão, termo de Castro Vicente; a povoação tem 150 vizinhos; 1758 - nas Memórias Paroquiais, é referido que a igreja tem três naves e cinco altares de talha; nas imediações, situa-se a residência paroquial; 1882 - a paróquia passa a estar subordinada ao bispado de Bragança; 2004, Abril - encerramento da igreja por risco de derrocada da viga central da capela-mor, passando as funções religiosas para o Centro Cultural de Alfândega da Fé "

sexta-feira, 1 de junho de 2018

NOSSA SENHORA DAS NEVES


"A foto foi tirada em 1952, sendo a única que tem o registo da data exacta. Embora as figuras que retrata tenham sido importantes, nomeadamente o Dr. Mário Miranda (terceiro a contar da direita) o que me despertou a atenção foi o local. Foi tirada junto ao Santuário de Nossa Senhora das Neves (Covelas – Sambade) e isso pode confirmar-se através da casa branca que está em segundo plano, no monte, cujas ruínas ainda hoje existem. Graças a estas referências é possível fotografar aquele espaço a partir do mesmo ângulo e ver as enormes diferenças que sofreu nestas quase seis décadas."
F. Lopes

SANTO ANTÃO DA BARCA, BARCA

António Maria Camelo dono da Barca da Ferradosa
Ligava a Cilades

JOGOS TRADICIONAIS, MALHA


JOGOS TRADICIONAIS, MALHA

 Santa Justa
F. Lopes

TORRE DO RELÓGIO

F. Lopes

terça-feira, 29 de maio de 2018

ÓRGÃOS DOS MUNICÍPIOS



"NO ESTADO NOVO
Os Municípios eram agrupados em duas classes (rurais e urbanos) e, dentro de cada classe, em três ordens.

ORGÃOS COMUNS DOS MUNICÍPIOS:

- Concelho Municipal
Formado por representantes das Juntas de Freguesia, únicos órgãos eleitos por um colégio eleitoral
formados por chefes de família ou equipados, das misericórdias e dos organismos corporativos.
O concelho municipal elegia os vereadores, fiscaliza a actuação do Presidente da Câmara (pudendo
requerer ao governo inquéritos aos seus actos) e delimitava as grandes linhas de orientação para a acção da

Câmara Municipal.
- Câmara Municipal
Era um órgão colegial formado por um Presidente nomeado livremente pelo governo e por vereadores,
cujo número dependia e variava em função da classificação do Município.

- Presidente da Câmara Municipal.
Embora o código administrativo recomendasse que a sua escolha deveria recair nos Municípios, com
preferência para os vogais do concelho municipal, antigos vereadores, membros das comissões administrativas
ou diplomados com curso superior, ele era livremente nomeado pelo governo.
Acabou por ser também o representante corporativo no território municipal do poder central. Possuía
poderes de tutela sobre as Freguesias e constituía, no território municipal, a autoridade policial nos locais onde
não existia a policia de segurança pública.
Só em 1969 foi permitido nas Câmaras Municipais urbanas de 1ª classe a delegação de poderes nos
vereadores, para maior e melhor eficácia da sua actuação.


ÓRGÃOS ESPECIAIS DOS MUNICÍPIOS:
- Juntas de Turismo.
- Comissões Municipais de Assistência.
- Órgãos Municipais conjuntivos (comissão municipal de arte e arqueologia, comissão venatória concelhia,
comissão municipal de higiene, comissão municipal de turismo, organismos corporativos do concelho)."